Novo Renault Mégane RS: Emoção pura

Novo Renault Mégane RS: Emoção pura

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Há um ano atrás um registo deixava toda a gente atónita: 8m07,97s. A volta mais rápida jamais feita por uma viatura de série, com tracção dianteira, na pista de Nürburgring, mas na versão “Inferno Verde”, com os seus 22,810 quilómetros de perímetro. O autor da proeza, o Mégane R.S. Trophy. E digno herdeiro dessa versão limitada, aí está o novo Renault Mégane R.S., também com 265 cavalos e 360 Nm de binário no cartão-de-visita. Volvido um ano, o recorde permanece intocável, com o mais directo concorrente do segmento a ser quase um segundo por quilómetro mais lento, tornando o Mégane R.S. mais rápido cerca de 20 segundos, por volta, na mais conceituada pista de ensaios do mundo!

Com a chegada do novo Mégane, há também um novo Mégane R.S., e, a exemplo das restantes versões da gama, com novos argumentos.

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A nível estético, as alterações são apenas de pormenor, sobressaindo um novo conjunto de LED de maiores dimensões; a máscara negra nos faróis dianteiros; as novas jantes de 18 e 19 polegadas; entre as quais as da versão Trophy, com pneus Bridgestone Potenza RE050A, bem como um filamento em vermelho na emblemática lâmina F1 situada abaixo da grelha, mas também nos painéis laterais, perto do guarda-lamas. No interior, nada de novo a assinalar, impressionando as bacquets Recaro em couro ou tecido, as várias gravações “Renault Sport”, o volante, a manete da caixa de velocidades e os manómetros vincadamente desportivos, os pedais em alumínio e, claro, o R.S. Monitor.

Identificadas as novidades estéticas do novo Mégane R.S. em relação à geração precedente, é altura de falar da mecânica e, mais concretamente, do motor. O mesmo bloco de quatro cilindros turbocomprimido, com 2.0 litros, mas com 265 cavalos de potência e 360 Nm de binário, mais 15 cavalos e 20 Nm de binário que o anterior modelo, precisamente os mesmos valores do exclusivo e limitado Mégane R.S.Trophy, lançado no final do ano passado.

No que toca a performances, o novo Mégane R.S. é capaz de acelerar dos 0 aos 100 km/h em 6,0 segundos e atingir uma velocidade máxima de 254 km/h. Mas não podemos ficar apenas por estes valores, porque apesar de impressionarem também a esse nível, o Mégane R.S. é muito mais do que isso. É sinónimo de performances, mas também de comportamento dinâmico verdadeiramente de excepção.

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Com ajudas electrónicas ligadas ou desligadas (excepção feita ao ABS, claro) o Mégane R.S. é entusiasmante, viciante e estonteadamente eficaz. Um digno herdeiro de uma geração de compactos desportivos que, há várias décadas, marcam a história da indústria automóvel.
E sempre que se acciona o corte das ajudas electrónicas à condução – pressionando o botão do ESP mais prolongadamente – o Mégane R.S. beneficia dos 15 cavalos e dos 20 Nm adicionais (com as ajudas ligadas a potência está “limitada” a 250 cv), mas também de um curso de acelerador mais curto e reactivo.

E quanto a  valores, o novo desportivo compacto da Renault é comercializado a partir dos 38.100€.

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