Mégane RS Red Bull Racing RB7: encarnar Sebastian Vettel

Mégane RS Red Bull Racing RB7: encarnar Sebastian Vettel

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Há um novo e ainda mais exclusivo Renault Mégane RS. Uma série limitada que reivindica “só” um terço da potência do monolugar que lhe serviu de inspiração, mas ainda assim uns respeitáveis 265 cavalos. Uma dezena de unidades (para Portugal) com base no extraordinário chassis Cup, nascido na Renault Sport Technologies. Uma versão que orgulhosamente ostenta as cores da equipa bicampeã de Fórmula 1 em título e que catapulta para as sensações vividas pelo Sebastian Vettel e pelo Mark Webber… Mégane RS Red Bull Racing RB7 é uma nova exclusiva e limitada série para os amantes de emoções fortes!

O Mégane RS Red Bull Racing RB7 é exclusivo até no nível de equipamento, uma vez que integra – de série – as jantes de 19 polegadas, as bacquets Recaro, o sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, o sistema de controlo da pressão dos pneus e a pintura metalizada.

A nível técnico, o RS Red Bull Racing RB7 introduz uma novidade: o Stop & Start. E não se trata de uma idiossincrasia… Com este sistema, o Mégane R.S Red Bull Racing RB7 deixa de ser “apenas” a grande referência em performances no segmento dos compactos desportivos, mas também em consumos e emissões de CO2 , agora de 7.5 l/100 km (-0,7l) e 174 g de emissões de CO2/ km (-16 g).

Tratando-se de uma série limitada da equipa bicampeã do mundo de Fórmula 1 em título, não faltam vários pormenores estilísticos distintivos, como é o caso da exclusiva cor «Preto Estrela» que é a mais evidente, com as aplicações em amarelo Sirius na lâmina dianteira ao melhor estilo da Fórmula 1, mas também nos retrovisores e no difusor traseiro. Sobressai também, embora de forma discreta os logótipos oficiais da equipa «Red Bull Racing Formula One Official Team» inseridos nas laterais da carroçaria. Uma referência, ainda, para a bandeira de xadrez inscrita no tejadilho, também um elemento do universo da Fórmula 1.

Uma vez aos comandos do Mégane RS Red Bull Racing RB7 é difícil não sentir-se na pele do Sebastian Vettel ou do Mark Webber. As bacquets Recaro, o punho da caixa de velocidades específico e a placa numerada reforçam a exclusividade.

Mas é quando se pressiona o botão Start da ignição que as emoções fervilham. O quatro cilindros turbo de 2.0 litros impressiona logo pela sonoridade que emite. E, uma vez em andamento, o asfalto é autenticamente devorado pelos 265 cavalos de potência e 360 Nm de binário às 5.500 rpm, mas também pela excelência do chassis. E a culpa não é de Adrian Newey, o mais bem sucedido projectista contemporâneo da Fórmula 1, que teima em desenhar os monolugares numa folha de papel com o recurso a um simples lápis de carvão… A responsabilidade é de anónimos – mas não menos génios – técnicos da Renault Sport Technologies, que desenvolveram um chassis elogiado pelos quatro cantos do mundo. O que, a par de requisitos técnicos como o diferencial autoblocante, o trem dianteiro de pivot independente (T.A.P.I.) e o eficaz sistema de travagem Brembo (à frente com 4 pinças e discos ventilados de 340 mm), faz com que o comportamento do Mégane R.S. Red Bull Racing RB7 seja verdadeiramente de excepção.

E note-se, que o Mégane RS Red Bull Racing RB7 pode ser conduzido (ou melhor, pilotado) sem ajudas electrónicas (excepção feita ao ABS, claro) uma funcionalidade que se justifica pela excelência do chassis. Aliás, é nestas circunstâncias que beneficia dos 15 cavalos e dos 20 Nm adicionais (com as ajudas ligadas a potência está “limitada” a 250 cv), mas também de um curso de acelerador mais curto e reactivo. Um autêntico regalo para os amantes da pilotagem pura…

E é para estes que não são indiferentes os números relativos às performances: 254 km/h de velocidade máxima e 6 segundos para acelerar dos 0 aos 100 km/h!

E qual Sebastian Vettel, pode confirmar estes registos, mas também a pressão do turbo, a temperatura do óleo, a solicitação dos travões, o binário, a potência, as forças “G”, os tempos por volta em circuito no R.S. Monitor. Um sistema que não é possível encontrar em nenhum outro modelo do segmento (é mais comum nos superdesportivos) e que também confere ao bicampeão do Mundo de Fórmula 1 (perdão, proprietário) a possibilidade de escolher diferentes cartografias para o acelerador e três diferentes níveis de assistência electrónica à condução.

O Novo Mégane R.S. não é excepção e prova que é possível juntar a razão à emoção.

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