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Renault aposta forte na gama Bi-Fuel

Comprometido desde sempre com a busca incessante de soluções que garantam uma acrescida economia de utilização e a redução de emissões poluentes, o Grupo Renault aumenta a sua oferta com a introdução de versões Bi-fuel – Gasolina e GPL – nos dois modelos mais bem sucedidos comercialmente: o Novo Clio e o Novo Captur. Com esta nova oferta, a marca Renault propõe a mais vasta panóplia de tecnologias, que passam pelos mais modernos motores a gasolina e diesel, soluções bi-fuel, automóveis 100% elétricos e, ainda, no decorrer deste ano de 2020, de inovadoras soluções de modelos híbridos e híbridos plug-in também nos modelos Clio e Captur, mas igualmente no Mégane Sport Tourer.

A atual gama de motores confirma a extraordinária capacidade tecnológica do Grupo Renault: propostas a gasolina, diesel, elétricas, as recém-apresentadas híbridas, uma ainda exclusiva propulsão a hidrogénio e a mais recente novidade: um novo propulsor bi-fuel (GPL-Gás de Petróleo Liquefeito e gasolina). Ou seja, a mais completa gama do mercado, mas também uma das mais modernas e evoluídas, independentemente do tipo de propulsão.

A nova proposta Bi-Fuel tem por base um motor desenvolvido com as mais recentes tecnologias: o TCe 100, cuja comercialização se iniciou com o Novo Clio. Uma proposta Bi-fuel que reivindica imbatíveis custos de utilização, menores emissões de CO2, bem como desempenhos e prazer de condução em tudo idênticos à versão a gasolina equivalente.

As versões Bi-Fuel do Renault Clio e do Captur estão associadas a uma caixa manual de cinco velocidades

Todas as versões Bi-fuel são montadas em fábrica, o que demonstra que não existem quaisquer cedências em matérias tão importantes como qualidade, fiabilidade (os planos de manutenção e as garantias são em tudo idênticas às versões a gasolina ou diesel) e segurança. Aliás, neste aspeto, sublinhe-se que o motor TCe 100 Bi-Fuel é equipado com válvula de retenção, limitador de enchimento a 80%, limitador de fluxo, electroválvula e válvula de segurança.

Mais economia e menores emissões

Os argumentos da moderna proposta Bi-Fuel do Grupo Renault também se traduzem na objetividade e racionalidade dos números – sim, em vantagens para a carteira.

Ao propor uma motorização Bi-Fuel nos Novos Clio e Captur, a Renault oferece uma solução com um preço muito competitivo (apenas 800€ de diferença em relação às versões equipadas com o mesmo motor a gasolina), bem como índices de fiabilidade e de segurança ao nível das versões a gasolina e diesel, mas com custos de utilização verdadeiramente imbatíveis.

Com efeito, é importante sublinhar que o preço por litro do GPL é sensivelmente metade do valor praticado para a gasolina e cerca de 40% inferior ao gasóleo. Pelo que, mesmo que o consumo de GPL seja superior, como o preço de aquisição do combustível é muito mais reduzido, também o custo de utilização por quilómetro é significativamente inferior.

Para uma quilometragem anual de 20.000 km, realizada maioritariamente recorrendo ao GPL, a diminuição no custo do combustível ascende a quase 450€ quando comparado com o motor a gasolina com a mesma potência. Para o diesel, o valor necessário para percorrer a mesma quilometragem é praticamente o mesmo.

De realçar que, com o programa de abate para automóveis para mais de 12 anos lançado pela Renault, para o ano de 2020, a diferença entre o incentivo dado para a aquisição de um automóvel Bi-Fuel (1.250€) e a gasolina (1.000€), permite que, em conjunto com o valor poupado no custo do combustível, a diferença de preço entre o gasolina e o Bi-Fuel seja praticamente amortizado ao fim de um ano.

Por outro lado, também a versão Bi-Fuel do motor TCe 100 revela-se mais amiga do ambiente, ao emitir menos cerca de 10% de emissões que a proposta entrada de gama a gasolina.

Mobilidade sem restrições

Tanto o Clio como o Captur Bi-Fuel podem funcionar indiferenciadamente a gasolina ou a GPL. Para tal, ambas as versões contam com dois reservatórios distintos que, quando atestados, oferecem uma autonomia combinada superior a 1000 km.

Esta capacidade de utilizar duas fontes de combustível assegura uma capacidade de deslocação ilimitada, já que todas as estações de serviço disponibilizam gasolina e, só em Portugal continental, uma em cada quatro já é equipada com equipamentos de abastecimento com GPL.

O aumento da segurança deste tipo de sistemas de GPL também permite que, hoje, os automóveis com eles equipados possam estacionar em parques subterrâneos e não sejam obrigados a circular com o discriminatório dístico azul.

Uma tecnologia comprovada e segura, aperfeiçoada ao longo de vários anos

A integração do sistema de GPL nos automóveis Renault é feita diretamente na linha de montagem.

Desde o momento da sua conceção e desenvolvimento, o novo motor a gasolina foi pensado para funcionar igualmente a GPL. O reservatório suplementar, em aço de alta resistência, não rouba espaço ao interior ou à mala, já que foi integrado no lugar reservado à roda suplente e devidamente afastado do congénere que alberga gasolina. Os dispositivos técnicos de segurança incluem uma válvula anti-retorno, um sistema que impede abastecimentos acima dos 80% da capacidade do depósito, um limitador de débito, uma electroválvula e uma válvula de segurança.

Um sistema simples e intuitivo

A utilização deste tipo de tecnologia por parte do condutor é muito simples e intuitiva. A comutação entre a alimentação a gasolina ou a GPL pode ser feita de duas formas distintas: manualmente, acionando em qualquer momento o comutador que se encontra no habitáculo ou de forma automática, quando um dos dois depósitos estiver vazio. Um indicador específico permite controlar a todo o momento a capacidade do reservatório de GPL.

Atestar o depósito de GPL (com 32 litros de capacidade no Novo Clio e 40 litros no Novo Captur) é um processo igualmente simples e rápido, não demorando mais de 2 minutos.

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