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Concept

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O TREZOR é um coupé elétrico de 2 lugares que se inscreve-se na renovação do design lançado em 2010 com o DeZir e incarnado pelo Novo Clio desde 2012.

Com um estilo imponente e a cor vermelho paixão, o DeZir simbolizou a primeira etapa – apaixonar-se – da estratégia de design baseada no ciclo da vida. O TREZOR vai mais longe, ao assumir a etapa da maturidade dos sentimentos e do compromisso.
O TREZOR representa, assim, a maturidade do design Renault que, desde 2014, se tornou, na Europa, o principal motivo de compra de um automóvel da marca.

O TREZOR exibe o novo design Renault com elementos de estilo que já são visíveis no conjunto da gama: linhas simples, sensuais e calorosas, uma face dianteira característica com a assinatura luminosa em forma de “C”.

A inovadora carroçaria em carbono, plana e acetinada na parte dianteira, simboliza o carácter dinâmico do automóvel. Atrás, as faces hexagonais denunciam todo o temperamento desportivo e tecnológico do TREZOR.

A silhueta exibe os atributos clássicos dos GT.
No capô, a entrada de ar em forma de favo de abelha está em perfeita harmonia com a estrutura traseira da sua carroçaria. As formas hexagonais asseguram uma entrada de ar de geometria variável, cujo movimento confere um estilo tão vivo ao TREZOR que dá a sensação que o automóvel respira.

Do lado do condutor, a tampa do depósito de combustível foi substituída por um indicador analógico que indica o nível de carga do automóvel.

Atrás, a assinatura luminosa do TREZOR é composta de fibras óticas que integram uma luz laser vermelha. A travagem do automóvel provoca um efeito visual e uma luz viva graças à torção e sobreposição das fibras óticas.

Os códigos interiores do futuro: autenticidade e modernidade
No TREZOR sobressaem, também, as evoluções do design interior.

O estilo é sensual, com predominância da cor vermelha, e está centrado no prazer de conduzir, através da utilização de materiais nobres, como a madeira e o couro. O cockpit prefigura os interiores ainda mais elegantes, requintados e conectados dos futuros modelos Renault.

À imagem do movimento gracioso de um guarda-joias, a porta do TREZOR levanta-se totalmente de uma só vez. Com uma altura de apenas 1080 mm, o TREZOR convida-o a passar por cima dos flancos da carroçaria para entrar no automóvel.

Esta forma de entrar a bordo é uma alusão aos automóveis clássicos de competição, nos quais piloto e máquina são um só. O acesso a bordo é facilitado pelos apoios de cabeça que recuam automaticamente.

O TREZOR oferece um efeito de surpresa quando deixa antever, ao abrir-se, um painel de bordo em madeira vermelha, que integra um compartimento para bagagem situado na frente do automóvel.

A forma arredondada dos bancos, inspirada no universo do mobiliário, cria um espaço acolhedor e confortável. Revestidos com um couro liso, de um vermelho profundo, sugerem a paixão e o requinte da marroquinaria.

O painel de bordo é fruto da parceira com a empresa francesa KEIM-cycles, reconhecida pela conceção de quadros de bicicletas em madeira feitos por medida e que oferecem um elevado nível de desempenho. De acordo com um processo desenvolvido pela KEIM-cycles, finas tiras de freixo são sobrepostas e orientadas segundo um esquema preciso para formar o painel de bordo. O conjunto oferece uma resistência comparável à dos materiais compósitos modernos e valoriza as qualidades estruturais da madeira: leve, resistente, orgânica e acolhedora.

O painel de bordo realça o interior tecnológico e decisivamente moderno, com um ecrã tátil de grandes dimensões.

O volante, com forma retangular, não interfere com o campo de visão e exibe um design inspirado no mundo da Fórmula 1. Está equipado com três ecrãs: o ecrã central, com o logótipo, e dois ecrãs táteis de cada lado, que substituem as tradicionais hastes.


O TREZOR abre caminho ao desportivo elétrico

Um motor inspirado no know-how da Renault em matéria de mobilidade elétrica
Líder de vendas e pioneira da mobilidade 100% elétrica na Europa, a Renault contribuiu diretamente para o surgimento do desporto automóvel totalmente elétrico, com o campeonato FIA de Fórmula E.

O motor do TREZOR deriva do motor utilizado pela Renault e.dams, a equipa bicampeã do mundo da disciplina. Com uma potência de 260 kW (350 cv) e um binário de 380 Nm, permite acelerar dos 0 aos 100 km/h em menos de 4 segundos.

O TREZOR dispõe de duas baterias, cada uma delas com o seu próprio sistema de arrefecimento. O desempenho destas baterias é otimizado pela entrada de ar do capô de geometria variável.

O TREZOR está equipado com um sistema de recuperação da energia de travagem, graças à tecnologia RESS (Rechargeable Energy Storage System) desenvolvida para a Fórmula E.

Uma arquitetura otimizada para oferecer o máximo desempenho
Graças à disposição das baterias, uma à frente e outra atrás, a repartição do peso é a ideal.

As proporções do TREZOR contribuem, também, para o prazer de condução. As vias largas (2048 mm à frente e 2106 mm atrás) e a distância entre eixos de 2776 mm favorecem o comportamento dinâmico. O centro de gravidade particularmente baixo oferece a melhor estabilidade e reduz os movimentos da carroçaria.

Para melhorar a autonomia e os desempenhos dinâmicos, as equipas técnicas do Design Renault também trabalharam para tornar o automóvel mais leve. O chassis é constituído por uma célula central em carbono, completada pelas unidades dianteira e traseira em aço tubular. A carroçaria e as portas são em carbono. Graças a este trabalho sobre o peso, o TREZOR apresenta as dimensões de um espetacular GT (comprimento de 4700 mm, largura de 2180 mm e altura de 1080 mm), mas com um peso de apenas 1600 kg.

O TREZOR está equipado com pneus Continental® feitos por medida, com 21 polegadas à frente e 22 polegadas atrás.
O TREZOR apresenta hoje as tecnologias do futuro que simplificam a vida

Um painel de instrumentos tátil, personalizável e conectado
O TREZOR explora uma nova visão dos painéis de instrumentos da marca, que junta num só ecrã, em forma de “L”, o ecrã do painel de instrumentos e o do sistema multimédia.

A configuração em “L” reforça o efeito de cockpit e permite manter a apresentação das informações de navegação no formato vertical. O ecrã do TREZOR é inspirado nas mais recentes tecnologias de Ultra Alta Definição. A tecnologia OLED (Organic Light-Emitting Diode), associada ao vidro Gorilla, permite obter um ecrã fino e curvo que, ao contrário da tecnologia LED, não necessita de retroiluminação, oferecendo assim uma melhor definição de cores e contrastes.

O ecrã ganha vida com uma animação de boas-vindas, logo que se entra no automóvel, e convida a colocar o smartphone num espaço dedicado, sob o apoio de braço central. O telemóvel é imediatamente reconhecido e afixa-se uma mensagem de boas-vindas. O automóvel é totalmente analisado num scanner, para verificar os parâmetros de correto funcionamento.

O ecrã oferece um interface tátil, personalizável e conectado, onde as aplicações do smartphone são exibidas no ecrã do sistema multimédia. O condutor pode tornar visíveis apenas as aplicações que pretende utilizar, fazendo-as deslizar para o ecrã situado por trás do volante.

Este interface, simultaneamente moderno e simples, inscreve-se na filosofia da marca em propor automóveis intuitivos e centrados na vida a bordo.

Um modo de condução autónomo para viajar conectado
Graças ao sistema Renault MULTI-SENSE, o TREZOR dispõe de três modos de condução: neutro, desportivo e autónomo.
O TREZOR materializa a visão da Renault da condução autónoma: tornar a estrada simultaneamente segura e mais agradável, otimizando o tempo dos condutores.

Neste modo de condução, a assinatura luminosa exterior muda e prolonga-se aos logótipos laterais e traseiros, para indicar aos outros condutores a delegação da condução.

O volante, composto por dois braços de alumínio revestidos a couro, cresce em largura. À semelhança de uma tela de cinema, este movimento simboliza a entrada num novo universo de condução.

Esta configuração do volante permite também beneficiar de uma visão panorâmica do painel de instrumentos.
O TREZOR propõe aos dois ocupantes desfrutar do tempo através de uma viagem conectada. O modo autónomo oferece, ao condutor e ao passageiro, tempo livre para imergir num universo de partilha: ver um filme ou fotografias, jogar…

O TREZOR prefigura a estratégia da Renault que deseja oferecer, após 2020, nos automóveis de grande produção, uma tecnologia “eyes-off / hands-off” com total segurança e a preços acessíveis.

Kia revela SportSpace Concept

A Kia revelou o SportSpace Concept, um protótipo que antecipa a próxima geração do Optima, e que será apresentado na próxima semana, no Salão Automóvel de Genebra, na Suíça.

O protótipo do segmento D surge com capacidade para transportar quatro pessoas, tendo sido desenhado pelo estúdio de design da marca na Alemanha, sob a direção de Gregory Guillaume, responsável pelo design da Kia na Europa, e mostra que o modelo Optima conta com formas dinâmicas e linhas arrojadas, além de que irá passar a ter, pela primeira vez, também uma carroçaria station wagon.

Mais informações serão reveladas no início de Março.

Galeria de fotos Kia SportSpace Concept

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Para além do Audi TT Roadster, a marca dos quatro anéis levou também a Paris o TT Sportback Concept, um estudo que aponta para uma futura versão familiar da gama TT.

Comparativamente ao modelo base, o Audi TT Sportback Concept distingue-se por um para-choques novo e grelha renovada com malha em favos de mel, além das duas portas de acesso aos lugares traseiros e uma secção traseira redesenhada que integra a bagageira. Destaque também para os faróis laser, para a dupla ponteira de escape e jantes de 21 polegadas. O interior segue a filosofia da atual família TT, predominando os revestimentos em pele, aplicações em alumínio escuro e em preto brilhante. Os dois lugares traseiros são separados por uma pequena consola central.

Com 4,47 metros de comprimento, 1,89 m de largura e 1,38 m de altura, este estudo feito com base na plataforma modular MQB é 29 cm mais comprido, 6 cm mais largo e 3 cm mais baixo face ao novo TT Coupé.

O motor é uma versão renovada do 2.0 TFSI, um bloco de quatro cilindros a gasolina com turbo a debitar 400 cv e 450 Nm de binário, acoplado a uma caixa de dupla embraiagem S tronic de sete velocidades. Acelera até aos 100 km/h em 3,9 segundos e anuncia consumos de 7 l/100 km e emissões de CO2 de 162 g/km.

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A Honda divulgou a primeira imagem do novo protótipo Civic Type R, cuja estreia mundial irá acontecer já no início de Março, no Salão Automóvel de Genebra, mostrando já de forma clara o estilo e o design exterior da versão de produção que deverá surgir em 2015.

Este protótipo adopta uma estética mais agressiva face ao Civic convencional, contando para esse efeito com um kit estético com vias mais largas com extensões das cavas das rodas, travões Brembo e jantes específicas em preto de 19 polegadas. Na traseira destaca-se a asa com os farois integrados, um difusor encaixado no para-choques, que comporta também uma ponteira de escape com quatro saídas.

O novo Civic Type R será o primeiro modelo da Honda a estrear na Europa a nova geração do motor 2.0 V-TEC Turbo de quatro cilindros da série de Tecnologia Earth Dreams, com uma potência acima dos 280 cavalos. A marca anuncia para este novo motor excelentes performances dinâmicas com níveis de potência impressionantes e que além disso permitem uma redução nos consumos de combustível do carro. O modelo contará ainda com um chassis com maior rigidez, suspensão traseira adaptativa de série e vários sistemas eletrónicos de assistência à condução.

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O Initiale Paris Concept, revelado no Salão Automóvel de Frankfurt de 2013, prefigura o sucessor do Renault Espace e reafirma as ambições da marca francesa no universo
Premium.

O protagonista do stand da Renault em Frankfurt, combina linhas fluídas e contemporâneas, com as formas de um crossover e a versatilidade de um monovolume, além de revelar uma orientação mais luxuosa, distinguindo-se por uma linha de tejadilho rebaixada, maior altura em relação ao solo e jantes de 22 polegadas.

Com 4,85 metros de comprimento, o Initiale Paris surge com pintura de cor Ametista com variantes que vão do preto metalizado profundo ao violeta luminoso através das alterações de luz e ângulos de visão, e traz faróis de tecnologia full LED na dianteira. Na traseira os faróis posicionam-se de forma harmoniosa verticalmente e horizontalmente face à carroçaria. A visão para a traseira é assegurada por cameras de pequena dimensão que substituem os retrovisores exteriores.

O acesso ao interior de ambiente “tecnológico”, faz-se pela abertura das portas antagonistas e pelo rebaixamento de um degrau motorizado. A sugestão do prazer exclusivo de uma viagem a bordo de um jet privado concretiza-se com a forma dos bancos das duas primeiras filas, através da alavanca da caixa de velocidades estilizada e pelas guias luminosas que percorrem o habitáculo recordando, no interior, as formas exteriores. O painel de bordo alia a nobreza da madeira mate à tecnicidade do alumínio.

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Os bancos "grande conforto" das duas primeiras filas, sem ligação vertical com o piso, parecem flutuar no habitáculo. Este efeito aéreo é reforçado pela articulação da ligação das costas do banco ao assento, que deixa passar a luz entre ambos.

O condutor dispõe de uma instrumentação de linhas simples e de uma consola central sem montantes laterais, que se insere no habitáculo como uma ponte que liga o túnel central ao painel de instrumentos. Esta consola acolhe dois ecrãs que exibem todas as informações, integrados na superfície e na curva da consola, parecendo fundir-se com o revestimento em madeira. Destaque ainda para a inclusão de um sistema de som surround BOSE, que conta com com 32 altifalantes e dois subwoofers.

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Este protótipo está equipado com um bloco que tem por base o diesel Energy dCi 130, com dois turbocompressores (um, pequeno, de baixa inércia, para operar a baixas velocidades e outro que é ativado a velocidades mais elevadas), e 400 Nm de binário (mais 80 Nm que no Mégane com esta motorização).

De acordo com a Renault, este «concept-motor» integra toda a tecnologia da Renault e explora novas vias para reforçar ainda mais a sua eficiência, oferecendo uma redução de 40 g/km de emissões de CO2, e é capaz de uma poupança de 25% no consumo de combustível quando comparado com um motor diesel equivalente.

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A BMW apresentou esta semana, no Pebble Beach Concours d’Elegance, em Monterrey, no estado norte-americano da Califórnia, o BMW M4 Concept, protótipo da versão mais desejada da nova família Série 4. Tem também presença marcada no Salão Automóvel de Frankfurt, em Setembro.

Seguindo as linhas do recem apresentado Série 4, esta versão apresenta um design bastante mais agressivo e musculado, graças aos novos para-choques, difusores de ar laterais e traseiro, faróis em LED mais proeminentes, jantes de 20 polegadas, e quatro saídas de escape. O tejadilho em fibra de carbono reforçada com plástico completa o visual desportivo.

No que toca ao motor, o novo BMW M4 deverá abdicar do V8 de 4.0 litros, em benefício de um bloco mais eficiente de seis cilindros Twin Turbo, que terá por base o bloco de 3.0 litros Twin Turbo utilizado nas versões 335i e 535i, com 306 cavalos de potência, mas aqui «trabalhado» para desenvolver algo como 450 cavalos (mais 30 cavalos que no M3).

A versão definitiva do M4 deverá surgir apenas no início do próximo, no Salão Automóvel de Detroit, em Janeiro.

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A Mitsubishi revelou no Salão Automóvel de Xangai, na China, o Concept G4, um protótipo de uma berlina que tem como propósito servir vários mercados a nível mundial.

Apesar de ser aprestado sob a forma de protótipo, é perfeitamente percetível que está numa fase muito avançada de desenvolvimento e deverá passar à produção ainda antes do final do ano ou no início de 2014.

O Concept G4 assenta na plataforma RISE (Reinforced Impact Safety Evolution) de peso reduzido que, segundo a Mitsubishi, graças à utilização de aço de muito elevada resistência contribui para melhorar a eficácia na economia de combustível, e está equipado com um motor 1.2 litros a gasolina, com caixa de variação contínua (CVT), anunciando médias próximas de 6,5 l/100 km.

Mitsubishi G4 Concept

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