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Ford

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A Ford apresenta na Europa o novo KA+, um hatchback de 5 portas que proporciona excelente espaço interior, eficiência de combustível e dinâmica de condução a um preço acessível

O habitáculo do KA+ oferece espaço para cinco passageiros com valores líderes na classe em termos de espaço frontal e para as pernas atrás, para além de 21 locais de arrumação, contidos num comprimento total inferior a 4 metros

O novo bloco de 1,2 litros Duratec a gasolina com abertura das válvulas independente e temporizada oferece elevada capacidade de resposta, emissões de CO2 de 114 g/km e um consumo médio de 5,0 l/100 km*

Especificações únicas em termos de chassis garantem uma dinâmica de condução ágil e agradável; os motores, carroçaria e chassis foram afinados para redução de ruídos e reforço dos níveis de refinamento

Ágil, divertido de conduzir e confortável
O novo KA+ foi desenvolvido para proporcionar uma dinâmica ágil e uma diversão de condução em linha com as expectativas do cliente europeu.

Para garantir o desejado desempenho dinâmico, o KA+ apresenta uma especificação de chassis única, com recursos especialmente desenvolvidos para o efeito, incluindo o sistema de direcção, molas e amortecedores, barra estabilizadora dianteira, barra de torção traseira e pneus, em conjunto com uma revisão das montagens da subestrutura frontal e dos apoios do motor.

O modelo foi ainda submetido a um programa intensivo de desenvolvimento de modo a garantir o melhor conforto e refinamento, adequados às condições de condução na Europa, integrando diferentes medidas para minimizar os ruídos do vento, da estrada e do próprio grupo motopropulsor.

Após o desenvolvimento e os ajustes finais levados a cabo no Centro de Testes da Ford em Lommel (Bélgica), junto com os extensos test drives realizados em estradas europeias, o KA+ garante aos clientes uma experiência de condução agradável e confortável.

Equipamento abrangente, dividido por dois níveis
Os clientes podem seleccionar entre dois níveis de equipamento de série para o KA+, um para o derivativo de 70 cv e outro para a variante de 85 cv, sendo que ambos partilham:
Ar condicionado manual
Sistema de comunicações e de entretenimento Ford SYNC com activação por voz, com Sistema AppLink que permite a activação vocal de um leque de apps de smartphone
Sistema Ford MyKey, que permite aos proprietários definir a velocidade máxima, os limites do volume de áudio, e que os recursos de segurança não são desactivados. O MyKey é a tecnologia ideal para pais que permitem que jovens e inexperientes condutores conduzam o seu carro.

Todos os KA+ contam com equipamento de série abrangente, incluindo vidros dianteiros e retrovisores exteriores eléctricos, fecho de portas com controlo remoto, sistema de segurança com seis airbags, Controlo Electrónico de Estabilidade com Assistência ao Arranque em Inclinação, Limitador de Velocidade e sistema Ford Easy Fuel.

Ao escolher a proposta de 85 cv, os clientes também podem especificar uma variedade de atractivos opcionais, incluindo-se o controlo eletrónico da temperatura, volante em couro com cruise control, bancos dianteiros aquecidos, sistema de áudio DAB, sensores de estacionamento traseiros, vidros traseiros escurecidos e eléctricos, espelhos aquecidos e rebatíveis electricamente e jantes de liga leve de 15 polegadas.

O novo Ford KA+ está disponível na Europa para encomenda já em Junho, com preços a partir de 10.670€ em Portugal
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A Ford recebeu no período de um mês 6.506 inscrições totalmente completas de pessoas de todo o mundo para se candidatarem à compra do novo supercarro em fibra de carbono com motor EcoBoost.

Centenas desses candidatos submeteram vídeos com as suas inscrições de modo a aumentarem as suas hipóteses de compra de um dos primeiros 500 exemplares do novo Ford GT.

Cerca de 200.000 fãs visitaram o configurador virtual no site www.FordGT.com, permitindo que todos pudessem construir o Ford GT dos seus sonhos online, disponibilizando ligações para partilha de imagens da sua construção virtual através das redes sociais.
LISBOA, Portugal, 19 de Maio 2016 – Num total de mais de 10.800 pessoas que mostraram interesse online em comprar um novo Ford GT, a Ford recebeu 6.506 inscrições totalmente completas de todo o mundo, numa janela temporal de apenas um mês, para se candidatarem à compra do novo supercarro em fibra de carbono e com motor EcoBoost, durante a sua primeira oportunidade de candidatura.

O número de candidatos disparou nos últimos seis dias, durante os quais 32 por cento do total das inscrições totalmente completas foram registadas antes do fecho do processo.

“Estamos empolgados pelo enorme entusiasmo dos fãs pelos fãs pelo novo Ford GT,” disse Dave Pericak, director, Global Ford Performance. “Esta janela inicial de candidatura é apenas uma das muitas maneiras que os fãs e potenciais compradores têm para se ligarem com o nosso novo supercarro muito antes dele chegar aos mercados.”

A Ford está agora a rever as candidaturas dos 6.506 potenciais compradores do supercarro e iniciará os contactos com os potenciais futuros donos dentro dos próximos 90 dias.

Centenas de candidatos juntaram vídeos às suas inscrições durante o mês de duração do processo, na expectativa de potenciarem as suas possibilidades de adquirirem um dos primeiros 500 novos Ford GT.

Algumas das inscrições mais criativas incluíram crianças, efeitos de luzes, imagens de competição, motores em aceleração, visitas em garagens e histórias de vida para mostrar por que razão deveriam possuir um novo Ford GT.

O novo supercarro de produção está previsto começar a chegar às garagens dos clientes no final de 2016.

A nova pickup Ford Ranger fez a sua estreia em solo europeu no Salão de Frankfurt, apresentando-se com um novo e arrojado design, tecnologias de ponta e eficiência de consumos.

A variante de topo Wildtrak exposta em Frankfurt eleva os conteúdos da nova Ranger a um novo patamar, combinando um exclusivo design exterior e características premium.

A Ranger Wildtrak sublinha o seu estatuto de Ranger topo de gama através de um acabamento único, num tom cinza metalizado escuro, aplicado na sua nova grelha trapezoidal com características semelhantes às de um motor de popa. Este destaque de cor tem continuidade para os espelhos laterais, puxadores das portas, entradas de ar laterais, trilhos da caixa de carga e luzes traseiras, dando-lhe uma aparência ousada e desportiva.

Outros elementos exclusivos de design presentes incluem faróis de nevoeiro rectangulares, um exclusivo arco de segurança desportivo, jantes de liga leve de 18 polegadas e grafismo Wildtrak, soluções que, conjugadas, ajudam a comunicar um destemido senso de aventura. Até mesmo a cor exterior foi ajustada para ajudar a destacar o modelo na multidão, com um novo acabamento metalizado Pride Orange.

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No interior, o tom laranja é usado como cor de destaque para adicionar uma sensação mais desportiva ao surpreendentemente moderno interior, idêntico ao de um automóvel. Um abrangente tablier horizontal prolonga-se da porta do condutor à do passageiro, realçando a largura da cabina, integra um cluster com monitores digitais a duas cores e um ecrã táctil de oito polegadas. Um painel de instrumentos de toque suave integra detalhes em tom laranja, transmitindo uma sensação premium ao cockpit, enquanto os anéis em redor das saídas de ar integram um distintivo acabamento cromado escurecido.

A nova Ranger Wildtrak também integra bancos exclusivos, incluindo um banco do condutor com ajuste elétrico em oito posições, dotados de arrojados elementos gráficos e costuras laranja, combinando resistência, durabilidade e desportividade.

No que toca a motorizações, gama diesel integra o bloco TDCi de 2.2 litros, com potências de 130 e 160 cv e o TDCi de cinco cilindros e 3.2 litros, de 200 cv. Estão disponíveis transmissões manuais e automáticas de seis velocidades e os clientes podem optar por versões com tracção às duas ou quatro rodas.

Fora de estrada, a Ford Ranger permanece como um dos veículos mais aptos da sua classe, podendo percorrer profundidades até aos 800 mm, e com 230 mm de distância ao solo, tendo sido projetado especialmente para lidar com facilidade com os terrenos mais extremos. Graças a um ângulo de ataque de 28 graus e ângulo de saída de 25 graus, os condutores da nova Ranger podem sentir-se confiantes quando enfrentam os obstáculos mais íngremes.

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Uma caixa de transferências controlada eletronicamente mais robusta permite aos condutores dos modelos de quatro rodas motrizes transitar da tracção a duas para as quatro rodas, através de uma alavanca na consola central. Para obter maior binário a baixa velocidade ou uma ajuda adicional em descidas em terrenos mais desafiantes para o sistema de travagem, os condutores também podem recorrer a um sistema de redutoras. Um diferencial eletrónico traseiro também ajuda a melhorar a tracção em condições difíceis. Estas características de offroad conjugam-se com capacidades de reboque até aos 3.500 kg e uma capacidade de carga excecional.

A nova Ranger conta com um conjunto de tecnologias de ponta para ajudar os condutores a manterem-se conectados e em controlo, incluindo um sistema de conectividade com ativação por voz SYNC 2, que integra um ecrã táctil de oito polegadas e uma série de tecnologias de assistência à condução permitem maior conforto e conveniência, incluindo o sistema de Alerta à Manutenção de Faixa, Cruise Control Adaptativo com Alerta Frontal, Assistência ao Estacionamento Frontal e Traseiro, Câmara de Visão Traseira e um sistema de Controlo Electrónico de Estabilidade de série com mitigação de capotamento, controlo do desvio do reboque, Assistência ao Arranque em Subida, Controlo da Descida em Inclinação e Assistência à Travagem de Emergência.

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A gama do lendário veículo comercial Ford Transit celebra este ano o seu 50º aniversário, marcando cinco décadas de leais serviços desde que o primeiro exemplar deixou a linha de montagem, em Agosto de 1965. Este é o marco mais recente de uma extensa história da Transit, que viu este icónico veículo comercial alcançar uma popularidade crescente em todo o Mundo, sob a estratégia One Ford.

Pré-1965
Antes de 1965, a Ford disponibilizava duas gamas independentes de veículos comerciais aos seus clientes europeus, o FK, construído na Alemanha e lançado em 1953, e o Thames, modelo de origem inglesa e lançado em 1954. Com o dealbar dos anos 60, ficou claro que a procura de vans pelos clientes estava a crescer em termos de exigências – maior capacidade de carga, mais flexibilidade e maior velocidade – pelo que a Ford decidiu substituir os dois modelos por uma geração totalmente nova de vans, capaz de satisfazer as necessidades do mercado europeu, e simultaneamente construídas no Reino Unido e na Alemanha.

1965
A primeira Transit de sempre saiu da fábrica de veículos comerciais de Langley, em Berkshire, Inglaterra, no dia 9 de Agosto. Estava já repleta de inovações, como um circuito impresso no painel de instrumentos, trancagem da direcção em opção, uma porta lateral de carga e cintos de segurança com pontos de fixação. Pouco depois do seu lançamento novas inovações foram introduzidas, como os faróis de halogénio, pneus sem câmara-de-ar e molas de suspensão mais leves.

A Transit original estava equipada com um motor a gasolina de 1,7 litros de 74 cv ou um 2.0 de 86 cv e o primeiro Diesel adoptado foi um bloco Perkins 4/99 com 44 cv. Estava disponível em duas configurações de chassis, cada um com três planos de carga possíveis (versão curta dos 610 aos 1.120 kg, versão longa dos 1.272 aos 1.782 kg). As vans podiam estar dotadas de duas portas iguais atrás ou um portão única, portas de batente ou deslizantes e com ou sem porta lateral.

1968
Arranque da produção do motor Diesel da Ford para a Transit na fábrica de Dagenham, perto de Londres.

Em Portugal tem início a produção da Transit na fábrica de montagem de Azambuja e aí continuou a ser montada, ao longo de 33 anos, até Março de 2000, ano em que a unidade fabril foi encerrada

1971
A imagem da Transit foi modernizada com a introdução de uma grelha mais parecida com a de um automóvel.

1972
A Ford introduziu o primeiro motor Diesel de pequenas dimensões e mais rotativo, denominado York. Estava disponível com dois níveis de potência, de 55 cv para as versões com chassis mais curto e de 62 cv para as mais pesadas versões com chassis longo.

1973
Para reduzir os custos para os seus proprietários, a Transit tornou-se no primeiro veículo comercial a ter pneus radiais em toda a gama.

1974
Foi introduzido um novo derivativo com uma capacidade de carga de 1.000 kg, baseado na carroçaria e chassis mais longos, mas utilizando apenas rodas traseiras simples.

1975
A nova Transit passou imediatamente a ser reconhecida, graças a um novo e funcional “efeito negro”, com a grelha, os pára-choques, os contornos dos pára-brisas e os retrovisores exteriores pintados em preto. No interior da cabina, os pedais foram avançados e o assento recuado, para criar 100 mm de espaço extra para as pernas, enquanto a coluna de direcção foi alongada para melhorar a posição de condução.

Ainda mais importante, a Transit foi o primeiro veículo comercial a usar travões de disco dianteiros servo-assistidos, solução adoptada nas variantes mais curtas desde 1975 e nas mais longas um ano depois.

1976
Foi lançada uma nova Transit de maior capacidade, a 190, elevando a capacidade de carga da Transit para as 3,5 toneladas. Como parte deste programa, os travões de disco foram introduzidos em toda a gama, com a nova e mais pesada 190 a apresentar discos ventilados na frente, o que sucedia pela primeira vez num veículo comercial de gama média.

Nesse mesmo ano foi alcançado um marco histórico em termos de produção, quando saiu da linha de montagem a 1.000.000ª Ford Transit.

1978
A maior alteração de estilo da Transit deu-se com o lançamento de uma geração renovada em Março de 1978. O até então grosseiro capot surgia mais simplificado e mais comprido, podendo receber de forma mais adequada tanto o motor a gasolina, como o incrivelmente popular motor Diesel.

Ao mesmo tempo, foram introduzidos motores com árvores de cames à cabeça (OHC) mais eficientes. Outras mudanças foram a introdução da nova transmissão automática C3 da Ford, e um aquecimento mais potente, com ventilação integrada, com tubagens semelhantes às dos automóveis.

1983
Como parte do programa de desenvolvimento do motor Diesel de 2,5 litros e injecção directa (DI), foram utilizados no terreno 100 protótipos de motores, para serem usados em condições reais por diferentes operadores.

1984
É lançado o revolucionário motor Diesel 2.5 Di. Utilizava uma bomba de injecção rotativa. A potência foi aumentada dos 62 para os 68 cv e ao mesmo tempo verificaram-se melhorias nos consumos na ordem dos 24% nas versões curtas e de 20% nos modelos de chassis longo.

1985
Outro marco da produção é atingido no dia 25 de Julho, com a Ford Transit nº 2.000.000 a sair da linha de produção.

1986
A nova geração da Transit foi lançada em Janeiro, pouco mais de 20 anos após a versão original. Esta radicalmente ousada fast-front Transit tinha o melhor coeficiente de penetração da sua classe, com 0,37 de Cd, valor que era melhor do que o de muitos automóveis da altura. Apesar do aumento entre 11 e 13,5% do espaço de carga, o Cd viu-se reduzido em 11%, permitindo uma poupança de combustível até aos 8%.

A nova frente não era apenas um simples dispositivo aerodinâmico, tendo também sido desenhada para se deformar progressivamente em caso de impacto, melhorando a segurança. O novo capot permitia ainda um acesso mais fácil ao motor para operações de manutenção. A equipa de design criou portas maiores, com zonas vidradas maiores, criando uma maior sensação de espaço. O acesso ao compartimento de carga foi melhorado, com o uso de portas traseiras mais largas e mais altas e com o aumento da largura da porta lateral, que podia agora aceitar paletes de carga com 1 metro de largura.

Outras mudanças importantes incluíam a introdução de uma modificada suspensão dianteira independente do tipo MacPherson e uma direcção de pinhão e cremalheira nas versões mais curtas, pára-brisas laminado, bem como o uso de fechaduras de alta segurança Chubb-style nas portas e na ignição, para melhorar a segurança do veículo.

1991
A Transit quebrou, de novo, as barreiras definidas através de um novo desenho da estrutura da carroçaria. Tal não apenas melhorou a eficiência de produção e, consequentemente, a qualidade final do produto, como permitiu a estes modelos ultrapassar a exigência dos crashtests feitos a 48 km/h. A nova carroçaria deu origem a um novo derivativo de chassis curto, com uma capacidade de 1,5 toneladas, a Transit 150, que foi lançada com jantes de 15 polegadas.

Os modelos de chassis longo mudaram de forma ainda mais significativa. As jantes de 15 polegadas tornaram-se de série, o modelo adoptou rodado simples atrás e passou a ter suspensão dianteira independente e direcção de pinhão e cremalheira.

O modelo de 1991 marcou, também, a estreia de um motor turbodiesel na Transit. Este derivava do bloco 2.5 Di, com a adopção, pela primeira vez num comercial médio, de um sistema de gestão electrónica, chave para atingir os 100 cv e as cada vez mais rigorosas normas de emissões de escape. Foi também lançado um novo motor diesel 2.5 Di naturalmente aspirado de 80 cv que usava um colector de admissão com efeito ramificado, complementando o já existente bloco de 70 cv,.

1994
A Ford produziu a Transit nº 3.000.000 a 15 de Setembro, o mesmo mês em que outra nova Transit foi lançada. Facilmente reconhecida pela sua suave grelha oval, este modelo foi a mais refinada e segura Transit até então construída. Os níveis de ruído medidos eram 5 dB mais baixos do que antes, representando uma dramática redução no nível de ruído percetível em mais de 70%.

A segurança de toda a van e dos chassis-cabina foi melhorada de forma significativa através de uma quantidade de componentes com desenho específico, incluindo fecho central de portas, alarme periférico, sistema electrónico anti-roubo com duplo fecho da Ford. A segurança dos ocupantes viu-se fortemente aumentada com a introdução de cintos de segurança de três pontos e diagonais no banco central dianteiro e airbags disponíveis para o condutor e os dois passageiros da frente.

1995
A partir da Primavera, os cintos de segurança simples, solução que equipava todos os bancos traseiros nas versões de 12 e 15 lugares dos miniautocarros Transit, foram substituídos por cintos com três pontos, diagonais. O conforto do condutor foi melhorado com um interior da cabina redesenhado, apresentando novos materiais com cores mais leves e brilhantes, um aspecto completamente revisto, incorporando o painel de instrumento ao estilo do Mondeo e um sistema de climatização completamente novo.

1996
O minibus Transit de 17 lugares faz a sua estreia. Tinha o conforto e a segurança ao mais alto nível, incluindo cintos de segurança diagonais com enroladores de inércia em todos os lugares, testados de acordo com as exigências de um automóvel, bancos traseiros elevados com encostos de cabeça fixos, airbags para o condutor e passageiros da frente de série e travões com sistema antibloqueio, também de série.

1997
A Transit passou a ser produzida na fábrica da Ford de Hai Dong, no Vietnam, e a primeira Transit feita na China foi construída pela JMC em Nanchang, resultado de uma joint-venture entre a Jiangling Motors Co., Ltd. e a Ford.

1998
Sistemas de Distribuição Electrónica da Força de Travagem e de Controlo de Tracção foram introduzidos em simultâneo, com um reforçado sistema de imobilização e trancagem da coluna de direcção melhorado. Pela primeira vez, vários derivativos Ford Transit foram convertidos para poderem rodar com GPL e um sistema de embraiagem automática foi introduzido nas caixas de velocidades manuais e automáticas.

2000
Após 35 anos, foi lançada toda uma nova geração Ford Transit. Produzida na fábrica da Ford em Genk (Bélgica), foi apresentada publicamente durante o RAI 2000 European Road Transport Show, em Amesterdão (Holanda). Pela primeira vez, propuseram-se configurações com tracção às rodas da frente e às de trás, montadas numa plataforma comum.

Mais um marco na produção é atingido, com a 4.000.000ª Ford Transit.

2001
Foi introduzida na nova Ford Transit uma tecnologia para as passagens de caixa, com base na solução usada na F1, com a avançada transmissão automatizada Durashift EST.

A nova Transit foi eleita “International Van of the Year 2001”, e ganhou também o prestigiado “Arctic Van Test” deste ano, realizado na Lapónia, e ainda o “Parcel Van of the Year”, na Alemanha.

2002
A Transit Jumbo, com capacidade para 4,25 toneladas de carga e rodado traseiro duplo, foi lançada no Salão de Amesterdão (Holanda). Continuando o sucesso da versão Jumbo de 3,5 toneladas, lançada em 2001, este novo modelo Transit oferece a melhor combinação de sempre entre espaço de carga e carga útil.

A Ford revelou, também, a Transit Connect, um novo e pequeno membro da família Transit, oferecendo uma liderança inquestionável em termos de flexibilidade, área de carga e segurança, assim como custos operacionais imbatíveis.

O novo motor commonrail turbodiesel Ford Duratorq TDCi passou a estar disponível também na Transit, disponibilizado inicialmente como opção nos modelos Transit com tracção dianteira, numa versão de 2,0 litros e 125 cv.

2003
Um novo modelo de duas toneladas, com piso rebaixado e tracção às rodas da frente, juntou-se à gama Transit.
A nova Transit Connect foi eleita “International Van of the Year 2003”, recebendo ainda prémios individuais em mais sete países.

Outra estreia na indústria – o sistema anti-bloqueio dos travões (ABS) – passou a ser de série no modelo.

2004
A produção da Ford Transit passou de Genk (Bélgica) para a moderníssima fábrica da Ford de Otosan, em Kocaeli (Turquia).

2005
A Ford Transit Connect venceu o prestigiado “Arctic Van Test”, que decorreu na Lapónia.

Outro marco histórico foi atingido, com a produção da Ford Transit nº 5.000.000, celebrando-se a 9 de Agosto de 2005 o 40º aniversário.

2006
Uma nova geração da Transit foi lançada, com um refrescante e novo design exterior e uma nova cabina, com a alavanca das mudanças colocada em plano elevado e oferecendo maior conforto e uma maior disponibilidade de recursos. O Controlo de Estabilidade Electrónico (ESP) ficou disponível para toda a gama, enquanto uma nova gama de motores – seis diesel e um a gasolina, com conversores para GNC e GPL – passou a disponibilizar níveis de potência mais limpos e eficientes.

2007
Foi adoptado o sistema de Tracção Integral Inteligente, tornando a Transit na única van a oferecer versões com tracção dianteira, traseira e às quatro rodas na mesma plataforma. O ESP passou a ser de série em todos os modelos com tracção às rodas da frente e de trás, com o motor Duratorq TDCi, e foi introduzida a nova Transit SportVan Series.

A Transit foi, de novo, eleita “International Van of the Year 2007”.

2008
O novo e potente motor Duratorq 3.2 TDCi com 200 cv e 470 Nm foi introduzido nos modelos de maior carga útil e com tracção traseira.

2009
É lançada a eficiente Transit ECOnetic. Adoptando um filtro de partículas Diesel (cDPF) como opcional, a Transit ECOnetic foi o primeiro comercial da Ford a cumprir os níveis de emissões Euro V.

2010
A Transit ultrapassou o marco das 6.000.000 de unidades a 30 de Abril. Em Agosto, o modelo festejou o seu 45º aniversário.

2011
Com o lançamento da 2012 Transit, a Ford introduziu a nova e global família de motores diesel Duratorq 2.2 TDCi, garantindo o cumprimento dos níveis de emissões Euro V e oferecendo novas tecnologias de economia e eficiência, como o Auto-Start-Stop e limitador de velocidade programável.

2012
É lançada a nova Transit Custom. Pensada para o segmento de uma tonelada, esta solução oferecia novos níveis de estilo, segurança e capacidade de carga, bem como uma excelente economia nos consumos, com menores custos para o utilizador. Algo que foi igualmente reconhecido através do prémio “International Van of the Year 2013”.

A nova Transit Custom foi também o primeiro veículo neste segmento a receber a classificação de 5 estrelas nos testes de segurança Euro NCAP.

Em paralelo com o lançamento da Transit Custom, a Ford revelou também os seus planos de renovação e aumento da gama Ford Transit com uma linha de modelos totalmente nova. Em conjunto com a Transit Custom de uma tonelada, esta nova linha incluía ainda uma nova Transit de duas toneladas, a nova Transit Connect, e aquela que se tornou na van mais compacta de sempre no segmento, a nova Transit Courier.

2013
A 20 de Junho, a Ford celebrou a produção da Transit nº 7.000.000.

Arrancou a comercialização da nova Transit Connect, oferecendo melhores consumos, maior durabilidade e capacidade de carga, com a escolha entre dois tamanhos de carroçaria, com carga útil até 1.000 kg, e recursos de espaço inovadores. As opções de motores incluíam um muito económico 1.6 TDCi diesel e o galardoado 1.0 EcoBoost a gasolina.

A nova Transit Connect foi eleita “International Van of the Year 2014”.

A Ford anunciou uma versão de tecto alto da van Transit Custom, oferecendo 20% mais em volume de carga que o modelo de tecto mais baixo.

2014
Foi lançada a nova Transit de duas toneladas. Porta-estandarte da renovada e aumentada gama Transit, o novo modelo foi desenvolvido de acordo com a estratégia de produto One Ford, para venda em todos os seis continentes, incluindo a Europa, a América do Norte e outros mercados-chave ao longo do globo. A nova Transit oferece uma óptima relação de custos operacionais e de capacidade de carga, com excelente eficiência de consumos, manutenções reduzidas, excepcional durabilidade, aumento de volumes de carga e pequenos recursos inteligentes de arrumação.
Baseada numa extraordinária plataforma global, a nova Transit está equipada com o mais recente motor diesel 2.2 TDCi da Ford, com opção entre tracção dianteira, traseira ou integral. É possível configurar mais de 450 variantes do modelo, entre versões Van, Chassis Cab e Minibus disponíveis na primeira fase de produção e lançamento na Europa.

A nova Transit e a nova Transit Connect conquistaram um duplo triunfo contra os seus principais rivais na respectiva classe, nos difíceis cinco dias de acção do “Arctic Van Test 2014”.

A Ford lançou no mercado a nova Transit Courier, a mais pequena van Transit de sempre, modelo que tem como objectivo os pequenos negócios e serviços de entregas urbanas. Oferecendo uma grande eficiência de consumos e capacidade de carga, a nova Transit Courier possui também excelentes recursos de segurança, espaços de arrumação na cabina e durabilidade. As opções de motores incluem os económicos blocos diesel 1.5 e 1.6 TDCi e também o premiado bloco 1.0 EcoBoost a gasolina.

A nova Transit começou a ser produzida na fábrica de Kansas City, tornando-se na primeira Transit da história a ser produzida e vendida nos EUA. A Transit é proposta com uma revista linha de motores para o mercado norte-americanos e irá, eventualmente, substituir o bem-sucedido modelo E-Series.

A produção europeia da nova Transit irá integrar a totalidade de carroçarias e variantes da gama, incluindo o Chassis Cabina com Cabina Dupla, as versões extralonga Super Jumbo, a Cabina Dupla Van, Kombi e Kombi Van, bem como as versões com a mais moderna tracção integral inteligente iAWD.

2015
A família Ford Transit celebra o seu 50º Aniversário no próximo dia 9 de Agosto, cinco décadas após a Transit ter saído da linha de produção em Langley, no Reino Unido.

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A Ford anunciou que já está disponível para encomenda o melhorado SUV Ford EcoSport oferecendo atualizações ao nível do estilo, dinâmica de condução e novo equipamento para melhor conforto e conveniência.

Os clientes podem a partir de agora e pela primeira vez encomendar o SUV compacto EcoSport sem a roda suplente montada na traseira. Subtis e elegantes alterações de estilo ao nível dos interiores passam a incluir estofos parcialmente em couro nas versões Titanium, um volante de novo design e aplicações cromadas adicionais.

O conforto e a conveniência foram igualmente melhorados com a disponibilização de um ‘Pack Winter’ composto por pára-brisas, retrovisores e assentos dianteiros aquecidos. A dinâmica de condução do EcoSport foi também melhorada com uma alteração ao nível das molas, amortecedores, barra de torsão traseira, Programa Electrónico de Estabilidade e Direcção Assistida Eléctrica.

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Os preços para o renovado EcoSport disponível com o motor a gasolina 1.0 EcoBoost ou com o diesel 1.5 TDCi, começam nos 17.200 euros.

As versões do Ford EcoSport especificadas sem a roda sobresselente montada na parte traseira vêm equipadas de série com um kit de mobilidade para pneus, e o portão traseiro nesses veículos também foi revisto, tendo agora uma abertura parcial para permitir o acesso mais fácil à bagageira.

No interior, os novos estofos parcialmente em couro de série nas versões Titanium, apresentam materiais de elevada qualidade. Estão também disponíveis os vidros escurecidos para todos os níveis de equipamento, e o Pack Winter adiciona ainda o sistema de ventilação ao nível do piso para aumentar o nível de conforto dos passageiros traseiros em tempo frio.

O redesenhado interior apresenta agora um ar mais contemporâneo com um volante de novo design e mais ergonómico, com menos botões, igual ao que está presente no novo Ford Focus. Foi também introduzido a parte inferior do painel de instrumentos, consola central e apoios de braços nas portas em preto e passa a dispor de regulação da iluminação do painel de instrumentos e contornos em cromado semelhante ao dos interruptores dos vidros eléctricos.

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O EcoSport está equipado com o Sistema de conectividade Ford SYNC controlado por voz e ecrã de 4 polegadas a cores na consola central. A colocação do travão de mão em todas as versões do renovado EcoSport foi optimizada para tornar mais simples a sua utilização.

Os níveis de ruído, vibração e aspereza foram também reduzidos graças à utilização de materiais de insonorização mais espessos nas portas e painel de instrumentos, bem como isolamentos mais apertados em redor dos pedais, para um ambiente interior mais refinado e silencioso durante as viagens. A combinação entre o motor e a caixa de velocidades foi revista para proporcionar mais binário a baixa velocidade e melhor condução.

Uma barra de torção traseira mais resistente oferece maior controlo no rolamento da carroçaria e as molas e amortecedores revistos melhoram o amortecimento. O centro de gravidade do EcoSport foi rebaixado em 10 mm para uma maneabilidade superior e os sistemas de Controlo Electrónico de Estabilidade e direcção assistida eléctrica foram igualmente e especificamente afinados para a condução nas estradas europeias.

O motor 1.5 TDCi oferece agora 95 cv, e consumos de 4.4 l/100 km com emissões de 115 g/km de CO2. O 1.0 EcoBoost de 125 cv regista consumos de 5.4 l/100 km e emissões de 125 g/km de CO2.

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Para assinalar os 50 anos da Transit, a divisão desportiva da Ford desenvolveu uma edição limitada do veículo comercial.

Esta versão especial da Transit surge com uma estética mais agressiva, inspirada no Ford Fiesta RS de competição, igualmente preparado pela M-Sport, e que compete no Mundial de Ralis. Para além do aspeto agressivo, esta Transit vem equipada com jantes de liga leve OZ Racing de 18 polegadas, pneus Michelin e suspensão rebaixada desportiva da Eibach. O novo sistema de escape, integrado no para-choques, e o spoiler traseiro completam a veia desportiva deste modelo.

No interior, destaque para os bancos desportivos em pele, volante desportivo com a inscrição M-Sport e tapetes específicos. Há ainda uma placa que identifica o número desta edição limitada.

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A Ford apresentou novo Focus RS, um ‘hatchback’ de alta performance que desenvolve uma potência máxima de 350 cv, retirada do especialmente modificado motor 2.3 EcoBoost.

Com o Focus RS, a Ford está a estrear o seu sistema de tracção total Ford Performance com Vectorização Dinâmica do Binário. O inovador sistema ajuda os condutores a atingirem um novo nível de capacidade e de diversão ao volante, combinando uma tracção e aderência fora de série com uma agilidade e velocidade em curva inigualáveis. É também o primeiro Ford RS equipado com ‘Drive Modes’ selecionáveis – incluindo o primeiro ‘Drift Mode’ da indústria, que permite derrapagens controladas ao estilo ‘drift’ – e o ‘Launch Control’.

“Prometemos aos entusiastas uma verdadeira máquina e, com 350 cv debaixo do capot, é isso exactamente que iremos apresentar,” disse Dave Pericak, director global da Ford Performance. “O impressionante ritmo e a inovadora tecnologia do novo Focus RS coloca-o frente a frente com modelos desportivos de marcas de luxo e exóticas e ele está pronto para esse desafio.”

Ford Focus RS

O novo motor 2.3 EcoBoost do novo Focus RS partilha a sua estrutura principal com o motor de 4 cilindros com bloco totalmente em alumínio do novo Ford Mustang. O motor foi especificamente evoluído para o Focus RS, tendo agora uma potência máxima de 350 cv, ou seja, mais 36cv que no Mustang.

O aumento de potência foi conseguido por um novo turbo ‘twin-scroll’ de baixa inércia com um maior compressor, que liberta um fluxo de ar significativamente mais intenso, em conjunto com um intercooler muito maior, para maximizar a densidade da carga. A respiração do motor foi igualmente melhorada com um menos restritivo design das entradas de ar, e um sistema de escape de alta performance mais largo com válvulas electronicamente controladas no tubo de escape que ajuda a optimizar o equilíbrio entre a pressão e o ruído da saída.

A cabeça dos cilindros foi fabricada a partir de uma liga mais evoluída, capaz de resistir a temperaturas mais elevadas, enquanto o bloco dos cilindros utiliza camisas em ferro fundido de mais elevada resistência.

Foi igualmente dada uma elevada prioridade ao arrefecimento do motor, com os engenheiros a criarem espaço adicional na frente do veículo, para acolher um radiador significativamente maior – o maior de sempre a equipar um Focus – que providencia o nível de arrefecimento exigido por uma pilotagem intensa em pista.

Um meticuloso trabalho de calibragem foi assegurado para que a unidade de potência entregue uma maior resposta a baixos regimes, permitindo uma escalada segura até um limite máximo de 6.800 rpm. Um binário máximo de 440 Nm está disponível entre as 2.000 e as 4.500 rpm, com 470 Nm disponíveis ao longo de 15 segundos, em caso de forte aceleração.

Performances inspiradas exigem um som inspirado. Os engenheiros da Ford Performance afinaram o RS para transmitir um carácter sonoro desportivo que vale a pena ouvir, durante uma condução impetuosa, com os característicos “rateres” e borbulhares que são a assinatura RS.

“Esta unidade muito especial do motor 2.3 EcoBoost irá inspirar os condutores, na medida em que eles sentem o encher do turbo a lembrar-lhes que podem levá-lo até ao ‘red line’ – tudo isso envolto num som visceral, que porá garantidamente um enorme sorriso no rosto,” disse Pericak.

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Câmara Frontal de Visão a 180º

Para os condutores, cruzamentos sem visibilidade podem ser uma experiência enervante, uma vez que têm de avançar lentamente e esforçarem-se para ver e ouvir os veículos que se aproximam.

A Ford está agora a introduzir uma nova tecnologia com câmara que pode ver nos cruzamentos mesmo quando os condutores não podem, reduzindo o stress e potencialmente ajudar a evitar colisões.

A inovadora Câmara Frontal de Visão a 180º mostra ao condutor uma visão a 180º na frente do veículo, usando uma câmara de vídeo na grelha. Num cruzamento sem visibilidade ou à saída de uma garagem, a câmara permite que o condutor veja os veículos, peões ou ciclistas que se aproximam.

“Já todos experienciámos estas situações, e não são apenas os cruzamentos sem visibilidade que podem ser stressantes, por vezes, uma árvore frondosa, ou arbustos podem ser o problema”, disse Ronny Hause, engenheiro, Sistemas Electrónicos de Assistência ao Condutor, Ford Europa.

A tecnologia pioneira no segmento é ativada com o premir de um botão. Uma câmara de 1 megapixel na grelha dianteira permite aos condutores ter uma visão em tempo real de 180 graus – para a esquerda e para a direita – no ecrã táctil a cores de 8 polegadas do veículo.

A Câmara Frontal de Visão a 180º já está disponível em opção no novo Ford S-MAX e Galaxy, e irá estar igualmente disponível para o novo SUV Ford Edge que será lançado no mercado europeu no final deste ano.

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